quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Vídeo inédito mostra processo da diabetes - TVNET.PT

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Problemas

A Solução é Criar Problemas



Crises cíclicas de mercado sempre foram uma ótima oportunidade de
revisar conceitos, reavaliar dogmas, e colocar em dúvida padrões
estabelecidos em administração empresarial.
São nesses momentos que fica clara a diferença entre eficiência e
eficácia, ação e movimento, mando e comando, normalmente
considerados sinônimos entre empresas e executivos na avaliação de sua
performance.

Empresas como IBM, General Motors, American Express, e outros
grandes ícones deste século, estão passando por profunda crise de
identidade e objetivo. Partem, então para cortes maciços de pessoal,
demissões na cúpula, fechamento de fabricas e unidades, uma verdadeira
diáspora feita em nome da necessidade imperiosa de se ajustar aos
novos tempos.

A pergunta que fica latente na cabeça de cada um de nós, é se tudo isso
será suficiente para realmente alterar sustancialmente o destino dessas
corporações. Afinal, dificuldades conjunturais sempre determinaram
alterações estruturais nas organizações. Parte-se do princípio que
cortando cabeças ou encontrando culpados já é, de per si, uma solução
para o problema. Essa visão imediatista, tática e de curto prazo é um
comportamento que infelizmente se espalha dos clubes de futebol até as
mais sofisticadas empresas do mundo, onde mudam-se os profissionais,
mas não se altera a ótica de como se deve enfrentar os problemas e
dificuldades.

E parece que essa síndrome está se repetindo cada vez mais.
Procurando acompanhar um padrão estabelecido há dezenas de anos por
escolas de administração, e obedecido até hoje por head hunters e
diretores de recursos humanos, a busca por executivos que ocupem
postos de comando nas organizações tem se utilizado de parâmetros e
modêlos que não funcionam mais.

Como resultado disso, passamos os últimos trinta anos recrutando e
colocando nas posições chave ou de liderança de nossas empresas,
executivos de carreira, e não verdadeiros homens de negócio.
Vendeu-se a necessidade de uma administração profissional e técnica, e
os antigos patrões ou proprietários das empresas cederam seu lugar,
resignados e confiantes, para profissionais de aluguel.
Assim, um novo espírito assumiu o poder nas organizações. Executivos
que colocam seus objetivos e interesses pessoais à frente dos interesses
da própria empresa, estando mais preocupados com fringe benefits que
com a atuação da concorrência.


Essa troca de comando, e alteração do modelo de liderança, trouxe como
consequência uma ruptura do senso de missão e espirito de corpo dos
empregados em geral, passando a existir cada vez mais uma
individualidade de interesses, situação perigosa para a continuidade da
própria empresa.

Se esse fenômeno já tem sido identificado como um problema emergente
em mercados estáveis e durante períodos de tranquilidade, em situações
de crise ou indefinições econômicas, as consequências são ainda mais
desastrosas.
A verdade é que em termos pessoais, e de perspectiva de carreira, os
executivos em geral entendem que a atitude de não decidir é sempre mais
seguro que tomar decisões. E numa crise, esse dogma é ainda mais
verdadeiro.

Criou-se uma nova casta de executivos que se apossou do poder para
fazer com que as coisas sigam como estão. Ao invés de tomarem pulso
da situação, tomam seus proprios pulsos preocupados com seu nível de
tensão e stress.
Como consequência, nunca tivemos uma mediocridade tão grande no
comando das empresas quanto nos dias atuais. É um misto de indefinição
de mercado com indecisão de comando. Não decidir tem sido mais seguro
para o executivo, mas desastroso para as empresas.E a razão desse
problema não está na qualidade dos recursos humanos, e sim na missão
e objetivo que lhes são determinados.
Temos contratado profissionais de comando para nossas organizações
com a missão de resolver problemas. Na verdade hoje, mais que nunca,
precisamos de líderes que tenham a capacidade de criar problemas, e de
liderar sua equipe na busca de soluções. Verdadeiros homens de negócio
que constantemente gerem desafios, e que não se contentem com o
estabelecido, com o pré-concebido, com os dogmas e padrões vigentes.
Padrões clássicos de comportamento empresarial já não funcionam mais.
Para situações atípicas, ou não repetitivas como a que atravessamos
atualmente, modêlos estabelecidos servem apenas para prolongar a
sobre-vida, jamais para desenvolver ou sair da situação que nos
encontramos.
Precisamos rapidamente trocar nossos executivos de carreira por homens
de negócio. Trocar gente especializada em resolver problemas, por líderes
cuja função seja cria-los constantemente, revisando conceitos e indo além
do estabelecido.
Muitas empresas dos EUA estão optando pelo crescimento orgânico,
ampliando o número de profit centers, e dando seus comandos a mini ou
micro empresários. Títulos de MBA e PHD perdem gradativamente sua
importância, dentro dessa nova visão de expectativa de performance
evolucionária.

A nova teoria da Corporação Virtual, na qual empresas são um verdadeiro
organismo vivo que cresce ou diminue quase instantâneamente, através
de alianças estratégicas específicas, parece ser uma receita ideal para
esse novo perfil de comando das organizações.
Experiência e ousadia passam a ser características cada vez mais
valorizadas, alterando até a renitente aversão das empresas por
profissionais de faixa etária mais elevada.
Com executivos de carreira no comando das organizações, acabamos
entrando num período de profunda crise e indefinição. Sobreviver, ou sair
dela, exige mais do que simplesmente resolver problemas e postergar
decisões. Não devemos temer mudanças, e sim mudar os que temem.
A saída é ousar e gerar desafios. Criar problemas é a única solução.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Como criar um CNPJ

CNPJ

O empreendedorismo faz parte da vida de muitos brasileiros. A cada dia, cresce o número de empresas que atuam no nosso território. As iniciativas vão de micros até grandes negócios em setores importantes da indústria e do comércio nacional.

Para abrir qualquer estabelecimento, você precisa criar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) de sua instituição. É ele quem identifica um órgão junto a Receita Federal, trazendo as seguintes informações: data de abertura, titulo ou nome fantasia, endereço, situação cadastral, código e descrição de natureza jurídica, descrição das atividades econômicas secundárias, descrição da atividade principal etc.

Para obter o cadastro de sua empresa, você deve registrá-la na Junta Comercial ou no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas de sua cidade. Em seguida, acesse o site da Receita Federal, preencha a FCPJ (Ficha Cadastral de Pessoa Jurídica) via PGD e faça sua remessa através do Receita.Net.

Além disso, você deve enviar pelo cartão postal os seguintes documentos: protocolo de transmissão ou original do DBE (se o DBE for assinado por procurador, é necessário uma cópia autenticada) e cópia autenticada do ato constitutivo registrado no órgão competente.

Para ter acesso a todas essas informações, acesse www.receita.fazenda.gov.br, clique na opção “CNPJ”, localizada no menu “Empresas”, e depois em “Inscrição de Primeiro Estabelecimento (Matriz)”.

Além do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a abertura de um estabelecimento exige a inscrição na prefeitura para a obtenção do CCM (Cadastro de Contribuintes Imobiliários), no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e em outros órgãos que podem variar de acordo com a área em que você pretende atuar. Portanto, pesquise bastante antes de tomar qualquer decisão e veja tudo o que é necessário para você virar um empreendedor.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Como criar massa muscular


Essas dicas só funcionam se você estiver em pleno estado de saúde e não ter nenhum problema hormonal, metabólico ou de tireóide, em caso de dúvidas como sempre digo consulte seu médico para saber se você não tem nenhuma disfunção. Bom chega de blábláblá e vamos logo descobrir as melhores dicas para ganhar peso e massa muscular.

1 – As proteínas – este é o alimento campeão para ajudar na criação da massa muscular, o consumo de carnes vermelhas serão de ótima ajuda em seu organismo, ovos leites e careais também dão uma ajuda, mas invista em um bom pedaço de bife.

2 – Carboidratos – tão importante quanto as proteínas nunca deixe de fora o bom consumo de carboidratos, um das suas grandes funções é manter a água retida em seus músculos e ajudar na produção de insulina a combinação de carboidratos e proteínas são perfeitas para o aumento muscular. Alguns exemplos de alimentos ricos em carboidratos: Arroz, massas, açúcar (o carboidrato no organismo se transforma em açúcar, ou melhor, glicose).

3 – Gorduras – a gordura ajuda na produção de hormônios (entre eles a testosterona) o consumo de gorduras para quem pretende ganhar massa é bem indicado, mas cuidado com os tipos de gordura (não vá comer um pote de manteiga no café da manha) se consumido em excesso você terá problemas de colesterol, boas gorduras para serem consumidas são o azeite virgem ou extra-virgem, as gorduras de peixe (rico em ômega 3) e as nozes.

4 – Fibras e vitaminas – No caso das fibras ela ajuda na formação do bolo fecal e acaba “sugando” as gorduras consumidas em excesso. Os melhores alimentos ricos em fibras são: couve, repolho, espinafre, almeirão, rúcula, acelga, brócolis, alface, cenoura, beterraba, mandioca, nabo, rabanete, laranja, tangerina, poncã, maçã, abacaxi, trigo, arroz, aveia, centeio, feijão, ervilha, lentilha e fava. As vitaminas A, B, B6, B9, B12, C, D, e E são ótimos exemplos de vitaminas para melhorar o rendimento muscular e facilmente encontrado em quase todos os alimentos.

5 – Musculação – se você sair consumindo todos esses alimentos e não fizer musculação seguida por um profissional o resultado vai ser massa adiposa (é você vai ficar gordo). Deverá ter um equilíbrio entre o seu consumo energético e o gasto energético onde deverá ser igual se não estiver equilibrado 2 coisas vão acontecer, ou vai engordar ou vai perder peso. Em breve criarei um sistema para o site onde você poderá calcular o seu gasto energético diário e saber o que deverá comer e praticar durante o dia para que tenha um rendimento eficaz (em breve no Dieta na Rede mais próximo de você, risos)

6 – Suplementos alimentares – os suplementos a base de vitaminas são de grande ajuda para quem tem dificuldade em ganhar peso, em outra matéria eu remendei o uso do ZMA Pro, o dieta na rede já tem uma categoria para suplementos alimentares para perder peso, e em breve teremos uma exclusiva só para o ganho de massa.

7 – Esteróides – essa é a dica oposta, nunca utilize esteróides para ganhar peso os danos em sua saúde poderão ser irreversíveis.

8 – Horário – a melhor hora para malhar é o período matinal, e a hora que seu metabolismo está mais acelerado ajudando assim a queimar gorduras e ganhar massa, outro fator positivo é a disposição que terá ao longo do dia. Se puder prefira fazer sua musculação na parte da manha após um bom aquecimento (uma corrida ou caminhada).

9 – Tudo leva tempo – como o próprio nome já diz, tudo na vida leva tempo e dedicação, ter uma alimentação correta e uma boa regularidade em academias darão resultados mas isso não acontecerá do dia para noite, algumas pessoas tem facilidade em ganhar peso outras não, mas o certo é que com muita dedicação e seguindo sempre as dicas que deixo aqui para vocês irão ter seus resultados.

Essas foram às dicas de hoje e prometo escrever mais sobre ganho muscular, a todos uma boa segunda feira e…

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Como criar calopsita


Um topete de dar inveja a Elvis Presley é a marca registrada das calopsitas (Nymphicus hollandicus), pássaros que vêm conquistando crianças e adultos com sua beleza exótica e afetuosidade. Quando separadas dos pais e criadas na mão, elas tornam-se mansas e boas companheiras, feito cachorrinhos de estimação que acompanham o dono pela casa em todas as atividades domésticas.

A calopsita é uma ave dócil, amigável e fácil de criar. Domesticada, gosta de carinho e chega a ficar nos ombros e nos dedos das pessoas. Ela não é barulhenta, mas assobia e, se treinada, pode imitar a voz humana. Natural da Austrália, país localizado no Hemisfério Sul como o Brasil, a ave se adaptou bem às condições climáticas da América do Sul, desde a sua chegada aqui na década de 1970.

Na natureza são encontradas calopsitas com o corpo cinza e com a borda das asas brancas. No macho, a crista ereta e a cabeça são de amarelo intenso e, na fêmea, prevalece o cinza com nuances amareladas no topete. Ambos possuem uma área circular vermelha nas laterais das faces (parecem "bochechas"), com tom mais suave entre as fêmeas. Na cauda, elas também se diferenciam com amarelo e preto intercalados na parte inferior, enquanto nos machos a cauda é totalmente negra.
Naturais da Austrália, as calopsitas se adaptaram bem ao clima do Brasil

As aves da espécie começaram a se espalhar pelo mundo no final da década de 40. A introdução em outros países ocorreu com a criação do arlequim, mutação desenvolvida no estado americano da Califórnia que apresenta plumagem branca com áreas de cor cinza. No entanto, essas cores originais deram lugar a variadas tonalidades e padrões, a partir de cruzamentos em cativeiros. Além do arlequim, as variedades mais comuns incluem o lutino (branco com extremidades amarelas), branco, canela, pérola, cara-branca e albino.

As calopsitas têm média de 30 centímetros de comprimento e pesam de 80 a 150 gramas. Pertencem à família Cacatuidae (a mesma das cacatuas), da ordem dos Psitacídeos, que engloba mais de 300 espécies como araras, papagaios e periquitos.

Além de apresentarem resistência a doenças e longevidade - podem viver cerca de 20 anos em cativeiro -, esses pássaros têm baixo custo de criação. Comem pouco e têm preços inferiores aos de outras aves da mesma odem.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Como criar minhocas


Início - comece com poucas minhocas. Coloque quatro litros em um canteiro de dois metros quadrados. Os minhocultores brasileiros preferem a vermelha-da-califórnia para a produção de húmus, pois é produtiva e fácil de lidar.
Expansão - para produções maiores, opte por um canteiro de 20 x 1 metro, com 30 centímetros de profundidade. Deposite seis metros cúbicos de esterco curtido. Se bem conduzida, a atividade pode alcançar em dois meses quatro toneladas de húmus, o equivalente a 100 sacos de 40 quilos.

Ambiente - o minhocário deve ser mantido limpo, o que evita a aproximação de predadores. Palha seca por cima inibe a ação de passarinhos. Livre-se de grama ao redor do canteiro, para não haver contaminação com sementes. Não deixe exceder o número de minhocas no local, pois elas não gostam de variações de umidade e temperatura, tampouco de locais muito quentes.
Estrutura - instale o minhocário acima do nível do solo e em área plana, mas com leve inclinação para evitar o acúmulo de água. Feitas de alvenaria ou madeira, as paredes devem contar com drenos para escoar o excesso de umidade. Proteja o local da chuva com telas plásticas apoiadas em suportes de arame, bambu ou madeira.

Alimentação - as minhocas se alimentam de esterco e restos vegetais, como gramas, frutas, folhas secas, papéis e matérias orgânicas em decomposição. Junte tudo para fazer uma compostagem. Faça um monte de 1,5 metro de altura, em local seco e arejado. Deixe descansar por uma semana e revire o material para aumentar o arejamento. Repita o procedimento, mas apenas com uma virada, até que o resfriamento da compostagem. Leve a massa para o canteiro somente quando, ao apertar um punhado, ela não pingar água.

Reprodução - apesar de possuírem os dois sexos, as minhocas não se auto-fecundam. É necessário o acasalamento com outra minhoca, o que pode ocorrer o ano todo. Fecundados e no interior de um casulo, os óvulos são expelidos na terra. Em cerca de 21 dias eles eclodem, e cada um origina algumas minhoquinhas.
Coleta - o método de armadilhas é uma das técnicas para se recolher o húmus produzido. Encha sacos de aniagem com esterco curtido e úmido, estendendo-os so bre o canteiro para atrair as minhocas. Após capturar a maior parte delas, transfira-as para um outro canteiro já preparado com esterco.

Bonzai


Bonsai (japonês: 盆栽, bon-sai), que significa "árvore em bandeja".

Um bonsai precisa ter outros atributos entretanto além de simplesmente estar num vaso raso. A planta deve ser uma replica de uma arvore da natureza em miniatura. Deve simular os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos, além das marcas do tempo e estrutura geral dos galhos. Essencialmente é uma obra de arte produzida pelo homem através de cuidados especializados.


As origens históricas

Apesar da forte associação entre o cultivo de bonsai e a cultura japonesa, na verdade foram os chineses os primeiros a cultivar árvores e arbustos em vasos de cerâmica. Há provas de que, já em 200 d.C. os chineses cultivavam plantas envasadas (mais conhecidas como Penjing) como prática habitual da sua atividade de jardinagem.

O bonsai como hobby

No ocidente o cultivo de bonsai como hobby desenvolveu-se bastante nos últimos 20 anos e hoje estas pequenas árvores estão espalhadas por todo o mundo. O crescente interesse pelo bonsai é partilhado com a crescente atenção dada às artes orientais nos últimos anos. Apesar de parecer um hobby extremamente exótico, o cultivo de árvores em miniatura não é por si só muito mais complexo do que a jardinagem comum aplicada a plantas em vasos. A diferença básica é o cuidado para reproduzir as características de uma árvore de porte muito maior, e aí reside a dificuldade. Mais do que cuidadosa poda e adubação, é preciso também muita paciência e alguma habilidade artística.

Técnicas de controle de crescimento

O crescimento das árvores é controlado com a aplicação de várias técnicas:

* Restrição do crescimento das raízes pelo vaso utilizado: Uma árvore não possui essa restrição na natureza, por isso cresce livremente.
* Poda das raízes: Dependendo da idade e espécie da árvore, as raízes são podadas, em geral no inverno pois a planta está em estado de dormência, e é realizada a troca da terra (substrato).
* Uso de adubos com menor quantidade de nitrogénio: O nitrogénio em excesso provoca crescimento acelerado e folhas com tamanho maior que o desejado.
* Rega em quantidades moderadas: Entenda-se por moderada a rega feita com critério, não com economia. O que não podemos fazer é molhar nosso bonsai todos os dias, se ele não seca de um dia para o outro, por isso o clima, o vento, a localização da árvore vão sempre incidir directamente na frequência de rega. A rigor, deve usar-se a sensibilidade, regar quando a terra estiver seca, e não regar quando ela estiver ainda úmida.

As árvores não são modificadas geneticamente. Praticamente qualquer espécie pode ser utilizada, sendo as mais famosas, as dos gêneros Pinus(pinheiros), Acer (bordo), Ulmus (olmos), Juniperus (junípero/zimbro), Ficus(figueira), Rhododendron (rododendro ou azálea), dentre outros.

Estilos

Podem ser encontrados bonsais de vários tamanhos, sendo que a maioria fica entre 5 cm e 80 cm. Os bonsais medindo até aproximadamente 25 cm podem ser chamados shohin. Costuma-se chamar os bonsais menores que 7 cm de nano.
Bonsai

Podemos encontrar, na natureza, árvores que crescem em formas bastante variadas. Essas formas são imitadas através de "treinamento" (aramação e poda). Os estilos abaixo são os básicos tradicionais. Existem outros que são considerados subtipos dos descritos abaixo.
Estilo floresta

* Chokan: Estilo ereto formal. Árvore com tronco reto, que vai diminuindo de espessura gradualmente, da base ao ápice. Os ramos devem ser simétricos e bem balanceados.

Estilo semi-cascata

* Moyogi: Estilo ereto informal. Tronco sinuoso, inclinando-se em mais de uma direção à medida que progride para o ápice, embora mantendo uma posição geral mais ou menos ereta. A árvore deve dar a impressão de um movimento gracioso.

Estilo formal

* Shakan: Estilo inclinado. Tronco reto ou ligeiramente sinuoso, inclinando-se predominantemente em uma direção.
* Kengai: Estilo cascata. A árvore se dirige para fora da lateral do vaso e então se movimenta para baixo, na direção da base do vaso, ultrapassando a borda do mesmo. Os vasos nesse estilo são estreitos e profundos.
* Han-kengai: Estilo semi-cascata. Semelhante ao anterior, com a árvore caindo a um nível abaixo da borda do vaso, mas não chega a altura da base do vaso.
* Fukinagashi: Varrido pelo vento. Árvore com ramo e tronco inclinados como que moldados pela força do vento.

Métodos de Cultivo

Misho

O método do misho é o cultivo a partir de sementes. Consiste em escolher uma espécie que dela se queira adquirir um bonsai, conseguir algumas sementes desta planta (se a espécie escolhida não apresentar sementes, o misho não se emprega nesse caso), plantar e esperar a germinação - processo que pode durar, dependendo da espécie, de 1 a 3 meses.

* Método:
o Escolhidas as sementes, deve-se selecionar as que estão ainda viáveis. Um método bastante eficaz consiste em deixá-las em um vaso com água na noite anterior ao plantio, de um dia para o outro. As sementes férteis irão afundar e as mortas flutuarão.
o Deve-se preparar a sementeira, de preferência um vaso ou caixa de madeira com aproximadamente 15 cm de profundidade, com um orifício no fundo para drenagem, que deve ser coberto com uma tela de náilon para impedir escoamento do conteúdo.
o Deve-se cobrir 1/4 da profundidade do vaso com grânulos de cascalho.
o A camada seguinte deve ser já o substrato (sem cascalho fino) até um pouco mais da metade do vaso. Não deve ser utilizado nenhum tipo de adubo nessa fase.
o As sementes devem ser depositadas nessa camada de terra, separadas 4 cm uma das outras e cobertas com uma camada de 2cm de terra fina.
o A rega deve ser abundante, mas não a ponto de encharcar o vaso.
o Depois de 3 meses de brotamento as plantas estão prontas para adubação. Pode ser aplicada uma pequena quantidade de adubo líquido, colza ou torta de mamona.
o Dependendo da espécie, a época de se transplantar a muda para uma bandeja de bonsai varia entre 1 a 2 anos. Após esse período ainda não temos um bonsai, apenas uma muda. Deve-se então continuar com os passos do método Yamadori.

Yamadori

Yamadori significa mudas colhidas na natureza, mas para conseguir as mudas, você pode muito bem comprá-las num horto. Este método pode ser aplicado como continuação do misho, porém, com a economia de alguns meses (a idade da muda irá influir neste caso). A muda deve apresentar caule curto porque algumas espécies tendem ao crescimento vertical exagerado do caule, tornando-se inadequadas para se tornarem um bonsai - por isso devem ser moldadas desde muito cedo.

Vale notar que em caso de colheita da muda natural, deve-se ter cuidado para não danificar as raízes na hora da retirada.

* Método:
o As mudas, quando compradas, geralmente virão em um saquinho de plástico preto que deverá ser removido no início do processo.
o Embora os bonsai sejam plantados em uma bandeja, as mudas adquiridas não devem ser replantadas de imediato nesse tipo de recipiente pois ainda não são bonsai - devendo portanto ser replantadas com procedimentos semelhantes aos do misho, no que diz respeito ao preparo do solo.
o Uma vez que a muda for retirada da terra, os galhos devem ser podados na proporção do volume das raízes. A poda deve ser feita com tesoura bem afiada e muito cuidadosamente, de modo a não prejudicar a forma que se deseja dar ao futuro bonsai. Deve-se começar a poda pelas raízes secas ou danificadas, e prosseguir para os galhos em igual situação. Terminada a chamada poda de limpeza, deve-se observar a proporção do volume de raízes em relação aos galhos: se faltarem muitas raízes, talvez seja necessário podar alguns galhos. A proporção dos galhos em relação às raízes é geralmente seis galhos para quatro raízes.
o Deve-se acomodar as raízes da muda no vaso e acrescentar terra gradualmente, compactando-a levemente com os dedos. O vaso deve conter terra o suficiente para cobrir as raízes, mas sem nunca ultrapassar a borda do vaso. Deve-se pressionar a área aterrada com as mãos usando pouca força, e sem a utilização de ferramentas.
o Depois que a muda for plantada, talvez ela precise ser amarrada ao vaso com um barbante forte, fio ou apoiada de alguma forma para não mudar de posição ou cair, até que as raízes fiquem mais fortes. Esse apoio deve ser mantido por cinco meses.
o As mudas recentemente plantadas devem ser colocadas a meia sombra, ao abrigo dos raios diretos do sol e do vento. Como este é o estágio de crescimento de raízes novas, deve-se regar a terra duas vezes por dia durante os três primeiros meses.

Existem também outros métodos de cultivo como o sashiki, que é a preparação de mudas para bonsai por estacas de galhos, e a alporquia, que é a técnica aplicada com o objetivo de forçar o crescimento de raízes de um determinado local de um galho ou segmento de tronco de uma árvore natural.