quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Como criar coragem

“Como criar coragem” e mudar o rumo das coisas. Veja algumas dicas.
1. Conheça você mesmo
Antes de ter coragem para tomar uma determinada atitude, é preciso saber o que de fato é importante para você para depois assumir suas posturas. “É do autoconhecimento que nasce o fator coragem, pois só a partir deste aprofundamento é que o indivíduo tem condições de agir”. 2. Observe seus sonhos
Muitos dos desejos e vontades podem ser “anunciados” nos sonhos, um instrumento importante para o autoconhecimento. “É preciso fazer das horas de sono um tempo precioso, uma fonte de conhecimento e de sabedoria”.
3. Entenda seus medos
Compreender as bases de seus medos é o primeiro passo para vencê-los e efetivamente criar coragem. “Uma pessoa corajosa não é uma pessoa que não tem medo, mas alguém que não se deixa paralisar por ele”, comenta Vicenzi. Para o autor, um certo nível de receio é normal perante grandes desafios, mas os corajosos se mantêm firmes nas suas decisões.
4. Separe o que é real do que é fantasia
O medo pode ser iniciado a partir de uma condição de ameaça física – o receio de pular de paraquedas, por exemplo – ou psicológica – como uma mudança radical de carreira. No entanto, Vicenzi explica que, muitas vezes, esses riscos estão apenas na mente, ou seja, são baseados somente em crenças, suposições e fantasias. Isso acontece quando uma pessoa começa a namorar e fica pensando: “será que a família vai me aceitar, será que vou conseguir atender às expectativas?”. Entender a base desses medos, se eles são reais ou imaginários, é essencial para vencê-los e criar a coragem necessária para agir.
5. Anote e compare
Colocar os medos no papel ajuda a identificar o que realmente deve ser considerado uma preocupação – e a deixar de lado as meras suposições. “Esta é uma técnica muito boa para separar o que é baseado em fatos e o que é fantasioso”.
6. Seja humilde
Para a psicoterapeuta Maria de Melo, coragem exige, antes de tudo, reconhecer as próprias dificuldades. “É a humildade que nos dá a força verdadeira”, diz. Ela explica que sem essa qualidade pode-se cair na tentação de culpar somente os outros pelos problemas e medos, e não enxergar a si mesmo como o único responsável pela falta de coragem.
7. Mude de posição
Coragem equivale a assumir uma mudança de postura. Isso significa rever atitudes, reconhecer erros e se reposicionar. Desta forma, avalie se o que está fazendo hoje é o que, de fato, o afasta dos seus objetivos. Se a resposta for positiva, pense no que precisa mudar para sair desta situação. 8. Assuma os riscos
Coragem também significa assumir desafios, mas sempre de maneira calculada. “Correr riscos não é ser descuidado ou ter a pretensão de diminuir ou não enxergar o perigo. A coragem tem clareza, vê as coisas e, por isso, é prudente”, aconselha Maria de Melo. No entanto, a psicoterapeuta alerta que a prudência, se passar do ponto, é um medo disfarçado, o que pode nos tornar covardes.
9. Observe por outros ângulos
Enxergar as coisas sob um prisma múltiplo ajudar a entender situações e sentimentos com mais clareza, o que certamente vai contribuir para criar a coragem necessária para mudar. Questione-se, faça o exercício de pensar “por outro lado”. “Entender o que lhe prejudica vale muito para você se compreender e se consertar”.
10. Converse sobre o assunto
Procurar um grupo ou outra pessoa que já tenha passado pela mesma situação também é uma boa maneira de conhecer mais sobre o assunto e inspira a criar a coragem necessária para se decidir e mudar.
11. Experimente
Muitas vezes, o medo deriva do que é desconhecido. Tem sempre aquele frio na barriga antes de começar, mas depois a coisa acaba fluindo. É como aquela pessoa que tem medo de água, mas dá o primeiro passo e se inscreve num curso de natação. Ela substitui a crença do “será que eu consigo” para o “vou tentar”.
12. Dê o primeiro passo sozinho
Apesar das dicas acima, criar coragem exige uma atitude pessoal e intransferível, por mais apoio que se receba da família, dos amigos e do terapeuta. “O primeiro passo é sempre da própria pessoa. É a vontade dela que desenvolve a coragem. Sem vontade não há coragem”.

Crie seu aplicativo

Tem-se visto que desenvolver aplicativos que visam ao mercado mobile pode ser mais que uma alternativa rentável, pode colocá-lo no topo, deixá-lo independente financeiramente. Mas nem tudo são flores, e o aspirante a desenvolvedor de app precisa seguir algumas regras.
Descubra como criar um aplicativo no mercado de desenvolvimento de aplicativos e jogos para smartphones. Agora vamos instruir quais os passos para você criar o seu. Caso o desenvolvedor seja iniciante, não será tão difícil, pois é possível aprender com a linguagem. Como?
Com o SDK (Software Development Kit) pacote de desenvolvimento de software, auxiliando o programador com a documentação do código para ter um aplicativo de acordo com os padrões. Basta estudar o pacote, todos os parâmetros são explicados, com um conteúdo muito completo. Os conceitos básicos como declaração de variáveis, sintaxes, funções, como utilizar os métodos já existentes e exemplos de códigos que podem ser úteis no desenvolvimento inicial de aplicativos, são abordados.
Um dos primeiros passos é escolher o sistema operacional mobile que você pretende trabalhar, segue abaixo alguns, e linguagens utilizadas para criar um aplicativo:
Android Java
iOS Objective C
Windows Phone C#
Firefox HTML5
Não vamos falar acerca de um sistema em específico mas para codificar é necessário uma IDE (Integrated Development Environment) um ambiente integrado para desenvolvimento de software. Cabe a você pesquisar e escolher o mais recomendado ao sistema escolhido. Use o Debug ou Debugger, ferramenta usada para encontrar e reduzir defeitos no aplicativo.
Levando-se em conta que é preciso testar - embora não seja necessário em alguns sistemas ter o aparelho propriamente dito para isso, por existir uma plataforma que o faça, é interessante criar esse hábito e testar na maior quantidade de dispositivos que lhe for possível. Isto é principalmente importante se estes dispositivos possuem versões do SO diferentes, possibilitando então um melhoramento no código com as necessidades gerais dos aparelhos com uma tratativa diferente.
Com as ferramentas escolhidas resta a dúvida: Quanto desembolsar?
RELACIONADO
Morador de rua desenvolve aplicativo após aulas com programadorMorador de rua desenvolve aplicativo após aulas com programa...Os valores dependem do investimento e do tamanho do aplicativo, da complexidade.
Deve-se levar em conta na hora de montar o projeto o público que irá alcançar, a real necessidade, fatores interferem no investimento, podendo ser de 0 a milhões. A grande sacada é justamente você otimizar este investimento e tentar fazê-lo de forma inteligente, a fim de não "rasgá-lo".
Como lançar o aplicativo?
É necessário criar um cadastro na loja distribuidora de aplicativos, então basta distribuir nas lojas virtuais de cada plataforma, não existe muita burocracia, apenas um cadastro na loja. Em alguns casos é necessário a licença do desenvolvedor, no iOS por exemplo o investimento é de $99 dólares anuais, um investimento que dependendo do seu produto é um custo benefício extremamente viável.
Como aprender?
RELACIONADO Mercado de desenvolvimento de aplicativos e jogos para smartphonesMercado de desenvolvimento de aplicativos e jogos para smart...Para o iPhone em especial existe um curso online chamado Dev Secrets, você irá aprender desde o básico para criar aplicativos para iPhone, até auxilio passo a passo para você vende-lo na app store e também como ter um bom marketing para apresentar seu aplicativo para o mundo.
O Android não fica de fora, na Android Developer tem-se total apoio desde o início, como gerenciar a conta, como vender os aplicativos, até o envio do aplicativo pronto ao Google Play, tudo em português. No site Developer.Android existem tutoriais, o site é em inglês mas o conteúdo é bem mais completo, além de ensinar como instalar os plug-ins necessários, criar o projeto propriamente dito, a parte de programação, e a parte gráfica, não precisa criar conta, apenas entrar e começar a desenvolver. Assim fica mais fácil do que pensávamos, não é mesmo?
Como obter sucesso?
Divulgue! Não é segredo que as redes sociais têm um grande alcance quando se fala de divulgação. Agora que você está em um mercado global, espalhe no Facebook, LinkedIn, Twitter, Badoo, Blog, sites, onde for possível. “Divulgação é a alma do negócio”!
Claro que o sucesso não depende apenas da divulgação se o aplicativo não for bom. Porém, não desista na primeira tentativa. E quando tiver êxito não se deixe intimidar por pessoas que possam escrever comentários desagradáveis. Alguns dão feedbacks úteis e alguns apenas gostam de insultar.
Como fazer da forma simples?
Aproveite e leia isto:
Microsoft Office 2013: v
eja os preços no Brasil Evitando armadilhas no desenvolvimento de uma aplicação O que é Model-view-controller (MVC)? Certamente é um tópico que interessa, pois alguns tem facilidade em aprender programação, e outros não, para esses outros, trago-lhes uma dica. O site AppMakr disponibiliza uma forma diferente de criar seu próprio aplicativo, com opção para iPhone, Android e Windows Phone. O processo não requer nenhum conhecimento de codificação. Basta criar uma conta, entrar e escolher o tipo de aplicativo, depois de escolhido você entra com a parte visual, escolhendo a foto de fundo, a foto para o cabeçalho, nome, ícone entre outros. Aconselho usar para divulgação, a ferramenta RSS; Coloque a sua conta do Youtube, Twitter, blog etc. a pessoa que adquirir o aplicativo receberá as atualizações feitas pelo seu serviço. O site está em inglês, mas sem nenhuma dificuldade de entendimento. Em outubro de 2010 , os aplicativos feitos com AppMakr chegaram a 1 % de todos os aplicativos na App Store.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Problemas

A Solução é Criar Problemas



Crises cíclicas de mercado sempre foram uma ótima oportunidade de
revisar conceitos, reavaliar dogmas, e colocar em dúvida padrões
estabelecidos em administração empresarial.
São nesses momentos que fica clara a diferença entre eficiência e
eficácia, ação e movimento, mando e comando, normalmente
considerados sinônimos entre empresas e executivos na avaliação de sua
performance.

Empresas como IBM, General Motors, American Express, e outros
grandes ícones deste século, estão passando por profunda crise de
identidade e objetivo. Partem, então para cortes maciços de pessoal,
demissões na cúpula, fechamento de fabricas e unidades, uma verdadeira
diáspora feita em nome da necessidade imperiosa de se ajustar aos
novos tempos.

A pergunta que fica latente na cabeça de cada um de nós, é se tudo isso
será suficiente para realmente alterar sustancialmente o destino dessas
corporações. Afinal, dificuldades conjunturais sempre determinaram
alterações estruturais nas organizações. Parte-se do princípio que
cortando cabeças ou encontrando culpados já é, de per si, uma solução
para o problema. Essa visão imediatista, tática e de curto prazo é um
comportamento que infelizmente se espalha dos clubes de futebol até as
mais sofisticadas empresas do mundo, onde mudam-se os profissionais,
mas não se altera a ótica de como se deve enfrentar os problemas e
dificuldades.

E parece que essa síndrome está se repetindo cada vez mais.
Procurando acompanhar um padrão estabelecido há dezenas de anos por
escolas de administração, e obedecido até hoje por head hunters e
diretores de recursos humanos, a busca por executivos que ocupem
postos de comando nas organizações tem se utilizado de parâmetros e
modêlos que não funcionam mais.

Como resultado disso, passamos os últimos trinta anos recrutando e
colocando nas posições chave ou de liderança de nossas empresas,
executivos de carreira, e não verdadeiros homens de negócio.
Vendeu-se a necessidade de uma administração profissional e técnica, e
os antigos patrões ou proprietários das empresas cederam seu lugar,
resignados e confiantes, para profissionais de aluguel.
Assim, um novo espírito assumiu o poder nas organizações. Executivos
que colocam seus objetivos e interesses pessoais à frente dos interesses
da própria empresa, estando mais preocupados com fringe benefits que
com a atuação da concorrência.


Essa troca de comando, e alteração do modelo de liderança, trouxe como
consequência uma ruptura do senso de missão e espirito de corpo dos
empregados em geral, passando a existir cada vez mais uma
individualidade de interesses, situação perigosa para a continuidade da
própria empresa.

Se esse fenômeno já tem sido identificado como um problema emergente
em mercados estáveis e durante períodos de tranquilidade, em situações
de crise ou indefinições econômicas, as consequências são ainda mais
desastrosas.
A verdade é que em termos pessoais, e de perspectiva de carreira, os
executivos em geral entendem que a atitude de não decidir é sempre mais
seguro que tomar decisões. E numa crise, esse dogma é ainda mais
verdadeiro.

Criou-se uma nova casta de executivos que se apossou do poder para
fazer com que as coisas sigam como estão. Ao invés de tomarem pulso
da situação, tomam seus proprios pulsos preocupados com seu nível de
tensão e stress.
Como consequência, nunca tivemos uma mediocridade tão grande no
comando das empresas quanto nos dias atuais. É um misto de indefinição
de mercado com indecisão de comando. Não decidir tem sido mais seguro
para o executivo, mas desastroso para as empresas.E a razão desse
problema não está na qualidade dos recursos humanos, e sim na missão
e objetivo que lhes são determinados.
Temos contratado profissionais de comando para nossas organizações
com a missão de resolver problemas. Na verdade hoje, mais que nunca,
precisamos de líderes que tenham a capacidade de criar problemas, e de
liderar sua equipe na busca de soluções. Verdadeiros homens de negócio
que constantemente gerem desafios, e que não se contentem com o
estabelecido, com o pré-concebido, com os dogmas e padrões vigentes.
Padrões clássicos de comportamento empresarial já não funcionam mais.
Para situações atípicas, ou não repetitivas como a que atravessamos
atualmente, modêlos estabelecidos servem apenas para prolongar a
sobre-vida, jamais para desenvolver ou sair da situação que nos
encontramos.
Precisamos rapidamente trocar nossos executivos de carreira por homens
de negócio. Trocar gente especializada em resolver problemas, por líderes
cuja função seja cria-los constantemente, revisando conceitos e indo além
do estabelecido.
Muitas empresas dos EUA estão optando pelo crescimento orgânico,
ampliando o número de profit centers, e dando seus comandos a mini ou
micro empresários. Títulos de MBA e PHD perdem gradativamente sua
importância, dentro dessa nova visão de expectativa de performance
evolucionária.

A nova teoria da Corporação Virtual, na qual empresas são um verdadeiro
organismo vivo que cresce ou diminue quase instantâneamente, através
de alianças estratégicas específicas, parece ser uma receita ideal para
esse novo perfil de comando das organizações.
Experiência e ousadia passam a ser características cada vez mais
valorizadas, alterando até a renitente aversão das empresas por
profissionais de faixa etária mais elevada.
Com executivos de carreira no comando das organizações, acabamos
entrando num período de profunda crise e indefinição. Sobreviver, ou sair
dela, exige mais do que simplesmente resolver problemas e postergar
decisões. Não devemos temer mudanças, e sim mudar os que temem.
A saída é ousar e gerar desafios. Criar problemas é a única solução.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Como criar um CNPJ

CNPJ

O empreendedorismo faz parte da vida de muitos brasileiros. A cada dia, cresce o número de empresas que atuam no nosso território. As iniciativas vão de micros até grandes negócios em setores importantes da indústria e do comércio nacional.

Para abrir qualquer estabelecimento, você precisa criar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) de sua instituição. É ele quem identifica um órgão junto a Receita Federal, trazendo as seguintes informações: data de abertura, titulo ou nome fantasia, endereço, situação cadastral, código e descrição de natureza jurídica, descrição das atividades econômicas secundárias, descrição da atividade principal etc.

Para obter o cadastro de sua empresa, você deve registrá-la na Junta Comercial ou no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas de sua cidade. Em seguida, acesse o site da Receita Federal, preencha a FCPJ (Ficha Cadastral de Pessoa Jurídica) via PGD e faça sua remessa através do Receita.Net.

Além disso, você deve enviar pelo cartão postal os seguintes documentos: protocolo de transmissão ou original do DBE (se o DBE for assinado por procurador, é necessário uma cópia autenticada) e cópia autenticada do ato constitutivo registrado no órgão competente.

Para ter acesso a todas essas informações, acesse www.receita.fazenda.gov.br, clique na opção “CNPJ”, localizada no menu “Empresas”, e depois em “Inscrição de Primeiro Estabelecimento (Matriz)”.

Além do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a abertura de um estabelecimento exige a inscrição na prefeitura para a obtenção do CCM (Cadastro de Contribuintes Imobiliários), no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e em outros órgãos que podem variar de acordo com a área em que você pretende atuar. Portanto, pesquise bastante antes de tomar qualquer decisão e veja tudo o que é necessário para você virar um empreendedor.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Como criar massa muscular


Essas dicas só funcionam se você estiver em pleno estado de saúde e não ter nenhum problema hormonal, metabólico ou de tireóide, em caso de dúvidas como sempre digo consulte seu médico para saber se você não tem nenhuma disfunção. Bom chega de blábláblá e vamos logo descobrir as melhores dicas para ganhar peso e massa muscular.

1 – As proteínas – este é o alimento campeão para ajudar na criação da massa muscular, o consumo de carnes vermelhas serão de ótima ajuda em seu organismo, ovos leites e careais também dão uma ajuda, mas invista em um bom pedaço de bife.

2 – Carboidratos – tão importante quanto as proteínas nunca deixe de fora o bom consumo de carboidratos, um das suas grandes funções é manter a água retida em seus músculos e ajudar na produção de insulina a combinação de carboidratos e proteínas são perfeitas para o aumento muscular. Alguns exemplos de alimentos ricos em carboidratos: Arroz, massas, açúcar (o carboidrato no organismo se transforma em açúcar, ou melhor, glicose).

3 – Gorduras – a gordura ajuda na produção de hormônios (entre eles a testosterona) o consumo de gorduras para quem pretende ganhar massa é bem indicado, mas cuidado com os tipos de gordura (não vá comer um pote de manteiga no café da manha) se consumido em excesso você terá problemas de colesterol, boas gorduras para serem consumidas são o azeite virgem ou extra-virgem, as gorduras de peixe (rico em ômega 3) e as nozes.

4 – Fibras e vitaminas – No caso das fibras ela ajuda na formação do bolo fecal e acaba “sugando” as gorduras consumidas em excesso. Os melhores alimentos ricos em fibras são: couve, repolho, espinafre, almeirão, rúcula, acelga, brócolis, alface, cenoura, beterraba, mandioca, nabo, rabanete, laranja, tangerina, poncã, maçã, abacaxi, trigo, arroz, aveia, centeio, feijão, ervilha, lentilha e fava. As vitaminas A, B, B6, B9, B12, C, D, e E são ótimos exemplos de vitaminas para melhorar o rendimento muscular e facilmente encontrado em quase todos os alimentos.

5 – Musculação – se você sair consumindo todos esses alimentos e não fizer musculação seguida por um profissional o resultado vai ser massa adiposa (é você vai ficar gordo). Deverá ter um equilíbrio entre o seu consumo energético e o gasto energético onde deverá ser igual se não estiver equilibrado 2 coisas vão acontecer, ou vai engordar ou vai perder peso. Em breve criarei um sistema para o site onde você poderá calcular o seu gasto energético diário e saber o que deverá comer e praticar durante o dia para que tenha um rendimento eficaz (em breve no Dieta na Rede mais próximo de você, risos)

6 – Suplementos alimentares – os suplementos a base de vitaminas são de grande ajuda para quem tem dificuldade em ganhar peso, em outra matéria eu remendei o uso do ZMA Pro, o dieta na rede já tem uma categoria para suplementos alimentares para perder peso, e em breve teremos uma exclusiva só para o ganho de massa.

7 – Esteróides – essa é a dica oposta, nunca utilize esteróides para ganhar peso os danos em sua saúde poderão ser irreversíveis.

8 – Horário – a melhor hora para malhar é o período matinal, e a hora que seu metabolismo está mais acelerado ajudando assim a queimar gorduras e ganhar massa, outro fator positivo é a disposição que terá ao longo do dia. Se puder prefira fazer sua musculação na parte da manha após um bom aquecimento (uma corrida ou caminhada).

9 – Tudo leva tempo – como o próprio nome já diz, tudo na vida leva tempo e dedicação, ter uma alimentação correta e uma boa regularidade em academias darão resultados mas isso não acontecerá do dia para noite, algumas pessoas tem facilidade em ganhar peso outras não, mas o certo é que com muita dedicação e seguindo sempre as dicas que deixo aqui para vocês irão ter seus resultados.

Essas foram às dicas de hoje e prometo escrever mais sobre ganho muscular, a todos uma boa segunda feira e…

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Como criar calopsita


Um topete de dar inveja a Elvis Presley é a marca registrada das calopsitas (Nymphicus hollandicus), pássaros que vêm conquistando crianças e adultos com sua beleza exótica e afetuosidade. Quando separadas dos pais e criadas na mão, elas tornam-se mansas e boas companheiras, feito cachorrinhos de estimação que acompanham o dono pela casa em todas as atividades domésticas.

A calopsita é uma ave dócil, amigável e fácil de criar. Domesticada, gosta de carinho e chega a ficar nos ombros e nos dedos das pessoas. Ela não é barulhenta, mas assobia e, se treinada, pode imitar a voz humana. Natural da Austrália, país localizado no Hemisfério Sul como o Brasil, a ave se adaptou bem às condições climáticas da América do Sul, desde a sua chegada aqui na década de 1970.

Na natureza são encontradas calopsitas com o corpo cinza e com a borda das asas brancas. No macho, a crista ereta e a cabeça são de amarelo intenso e, na fêmea, prevalece o cinza com nuances amareladas no topete. Ambos possuem uma área circular vermelha nas laterais das faces (parecem "bochechas"), com tom mais suave entre as fêmeas. Na cauda, elas também se diferenciam com amarelo e preto intercalados na parte inferior, enquanto nos machos a cauda é totalmente negra.
Naturais da Austrália, as calopsitas se adaptaram bem ao clima do Brasil

As aves da espécie começaram a se espalhar pelo mundo no final da década de 40. A introdução em outros países ocorreu com a criação do arlequim, mutação desenvolvida no estado americano da Califórnia que apresenta plumagem branca com áreas de cor cinza. No entanto, essas cores originais deram lugar a variadas tonalidades e padrões, a partir de cruzamentos em cativeiros. Além do arlequim, as variedades mais comuns incluem o lutino (branco com extremidades amarelas), branco, canela, pérola, cara-branca e albino.

As calopsitas têm média de 30 centímetros de comprimento e pesam de 80 a 150 gramas. Pertencem à família Cacatuidae (a mesma das cacatuas), da ordem dos Psitacídeos, que engloba mais de 300 espécies como araras, papagaios e periquitos.

Além de apresentarem resistência a doenças e longevidade - podem viver cerca de 20 anos em cativeiro -, esses pássaros têm baixo custo de criação. Comem pouco e têm preços inferiores aos de outras aves da mesma odem.